Google+ Followers

terça-feira, 29 de julho de 2014

500 HOJES (vídeo)


Existiu uma época em que eu era feliz...
Sentado na sala, hoje, paro pra pensar
nos meus vários ontens, nos momentos felizes...
pra lembrar que já sorri contentemente
e que os meus problemas eram pequenos,
ínfimos detalhes nos meus quinhentos hojes.

Sim! Acordo sempre mais cedo
pra olhar a luz que invade a casa
e que banha os seus cabelos dourados.

Naqueles tempos em que eu era feliz,
acabei por esquecer que a felicidade
só chega quando a culpa vai embora.
No meu coração, a noite é senhora;
e a luz que brilha em você me revigora!

Os mesmos tristes ontens
não são velhas liturgias.
As velhas agonias
são pétalas da tirania.

Por não entender o que se passa comigo
e por querer sempre esses sentires sonoros,
fecha esses seus lindos olhos...
Faz minha vida ter sentido!
Fecha os olhos... E conta comigo!
Fecha os olhos... Me dá abrigo!


*********

O poema 500 HOJES faz parte da coletânea Confissões, da Darda Editora (RJ). A excelente publicação, carregada de versos dos mais diversos autores brasileiros, foi organizada por João Paulo Cabral e Fernanda Mothé Pipas. Parabéns a todos os participantes desse trabalho incrível!

Minha esposa, Adriane, foi a grande inspiração para esse poema. Foi uma pequena homenagem para a mulher que tem tornado os meus dias mais felizes. Estamos sempre caminhando rumo à felicidade plena. O termo "500 hojes" pode se referir ao tempo que estamos juntos. Todavia, é muito mais que isso! É um termo que ultrapassa a barreira daquilo que pode ser dito. Amamos o que somos! Amamos o nosso amor!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

NO FINAL DAS CONTAS...


Você não acha que consegue superar tudo?
Tanta coisa já passou pelas nossas vidas;
tanta e tanta coisa a gente já viveu.
E no final das contas, quem gosta da gente
é a gente mesmo... E no final das contas,
o trem vai passar e as nuvens vão refletir um outro sorriso.
E no final das contas,
um outro sorriso compensa as nossas perdas passadas.

Existe sempre um motivo pra chorar
por alguém que jamais voltará a chorar pela gente.
E cada lágrima caída
vai ser uma gota no oceano dessa saudade
que nos mata a cada segundo,
que nos remete ao fim do mundo,
que nos faz ser a pessoa mais desprezada do universo.

E no final das contas, quem gosta da gente
é a gente mesmo... Quem gosta da gente
é aquela mesma outra pessoa que sofre também
e que entregaria todo o seu coração
a quem pudesse sentir o calor do sol ao seu lado.

Você num acha que consegue superar tudo?
Então olha pra trás
e veja quanta coisa já enfrentamos juntos.
Olha pra trás e passe a perceber
que quem gosta da gente é a gente mesmo!


*********

Escrevi o poema NO FINAL DAS CONTAS... para a minha grande amiga, Kênia. Ele se encontra no livro Confissões, da Darda Editora (RJ). A excelente publicação, carregada de versos dos mais diversos autores brasileiros, foi organizada por João Paulo Cabral e Fernanda Mothé Pipas. Parabéns, meus amigos, pelo trabalho realizado.

Creio que a ideia central do poema melhor se revela quando unimos os versos: "No final das contas, quem gosta da gente é a gente mesmo."


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ô FULECO, TOCA A BOLA AÍ...




Ô Fuleco, não tenho dinheiro pra comprar ingresso
Eu sei que o pessoal tá querendo ver a bola rolar
Mas num tô afim de dançar, muito menos de sambar.

Já gastaram um dinheiro bem graúdo
Mas é dinheiro demais pra pouca gente
Eu nem sei quantos zerões gastaram nos salões,
Nos porões, nas mansões, na Copa
Só sei que se eu falar, vão me descer o tapa.
Lá vem a tropa!!

Ô Fuleco, não me faz de bobo, me deixa entender:
Como é que uma arena vai resolver o meu problema?
O que eu faço pra ter um médico pra me atender?

Para com isso...
Quem é que resolve a vida do povo?
Quem é que tem com a gente um verdadeiro compromisso?

Amanhã de madrugada,
Vou a pé pro posto de saúde
Pelo amor de Deus, alguém me ajude!!

Ahhhh Fuleco, eu sempre torço pro Brasil
Mas num dá pra aceitar que os meus filhos vão pagar
Um estádio-arena que vai enriquecer mais ainda o pessoal de lá.

Fuleco, peraí
Eu tenho cara de palhaço?
O povo brasileiro vai mesmo ter que sofrer mais esse regaço?
Tudo bem! Tudo bem! Só num tenta me iludir
Bola na rede é gol
Mas eu num tenho nem um golzinho pra dirigir.
Eu vou trabalhar de bicicleta
Sem pretensão de ser um atleta.

Seu Fuleco, tô precisando abrigar meus filhos
Tô precisando de um teto.
Tô precisando de saúde (emprego),
Tô precisando de educação de qualidade (transporte),
Tô precisando de segurança pública (cultura),
Tô precisando ter uma vida dignaaaaaaa

Fulecooooooooo,
Agora todo mundo quer é gooooool.
Mas eu num vou comemorar não!
O ingresso é caro
E num  vai me sobrar nem um centavo da diversão.

Ô Fuleco, afinal, que bicho você é
Você é um tatu?
Como todo bom brasileiro
Esse ano a gente vai é tomar no...




JARDIM VILA BOA



O Jardim está suspenso
Admirado observo a cidade
Nas esquinas, meu canto
Sobre a ponte, minha liberdade.

Sorrio vermelho de timidez
Ao ver os pássaros voando
E o meu coração cantando
A alegria que em mim se fez.

Pela janela vejo o jardim,
Que profundo invade a terra
A alegria minha é sempre assim...
Cheia de vida
Repleta de lutas
Vazia de guerras
Sinceras condutas.

Precisava de silêncio
E buscava tanto a paz.
A esse local sei que pertenço
E a esperança bem me faz
Um jardim fundo,
Tão profundo em mim –
A cidade de Goiás!

E, se Cora cora, li na minha vida
Toda a poesia nascida nas entrelinhas
Da História.
“Santuário da Serra Dourada”
Memória!
O silêncio das pedras!
Glória! Glória!

As águas correm
Eu vivo bem
Enquanto todos sabem
Que ao jardim retornei.

Quantas coisas ainda serão ditas
Nessa cidade repleta de sentido?
Se hoje uso palavras bem ditas,
É que o amor não me tornou contido.
E caminho contente pelas ruas
Vendo as pessoas cheias de algo
Felicidade em faces nuas
O meu sentimento de fidalgo.

“Levanta o arraial, Vila Boa!”
A vida nessa vila é boa
E seu futuro me faz pensar:
Em mim, que sou tão velho,
A beleza do jardim atua
No meu novo modo de ver,
De entender, de amanhecer
O Goiás que me faz repousar
Que dá sentido ao meu viver!


SINFONIA-MESTRA


Fecha os teus olhos diante do altar!
A luz irradiante queima como fogo
Vejo o luar, vejo o amanhecer,
Vejo o poder divino e glorioso.

Encontrei a Luz!
Tão bela rubra rosa, límpida,
Meio dourada - vejo uma cruz.

Adentrei agora no templo;
Tu não poderás vir.
Os guardiões permitem-me passar
Reunir é mais difícil que dividir.

Lutarei, meu Pai!
Com passo lento passo.
- "Mede e sai!"
Da minha fé, és quadro.

Mas segura a minha mão
Teus lábios salvam-me a vida.
Ajuda-me também, irmão,
Nesse caminhar pela dura senda.
Ouvi lindas músicas
E as trouxe para a Terra.

Justiça e Misericórdia veneráveis,
Sem Deus nada somos.
Bruta como pedra, leve como pena,
A Luz combate as trevas.
Um novo amanhecer foi o que vi
Não basta apenas ter bons olhos,
Mas poder o bem sentir.

Elvira, aqui não podes entrar
Ouve o som do mar.
Lembra-te de mim...
Fecha os teus olhos diante do altar!



terça-feira, 15 de julho de 2014

O GÁS ACABOU (conto)


Tudo começou bem. Juntamos nossos sonhos, nossos risos, nossas idéias, compramos mantimentos, uma cama, um sofá. Adquirimos pratos, ganhamos panelas. O gás no botijão era suficiente.

Vivemos um dia após o outro. Sempre brincávamos de dar nomes engraçados às coisas. Nossa casinha era alegre, mas nosso futuro era ainda vazio. Só que o vazio que sentíamos na noite fria era preenchido com a nossa presença. Nós nos amamos!

- Meu bem, nós nos amamos - dizia-me ela antes de dormir.

Dias e dias, noites inteiras. Sempre chovia. Falta carne na geladeira.

É engraçado lembrar das nossas primeiras refeições e das jantinhas. A gente sempre tinha gás para cozinhar. E a gente sempre soube se amar.

Mas vem o tempo, vem depressa e feroz. Por que a gente brigou? Eu sei que algo falhou...

Ela me perguntava:
- Meu bem, como foi a entrevista de emprego hoje?
- Não tive sorte. - triste respondia a ela - Vou continuar procurando.

Dias e dias, noites inteiras. As contas aumentavam. Nossos sonhos desabavam.

Água, luz, IPTU, condomínio, prestações, combustível, compra do mês, gás de cozinha...

- Eu te amo! - dizia um.
- Também te amo! - afirmava outro.

Eu e ela sabemos que um casamento não desaba por falta de amor, mas sim, pelo excesso dessa nossa dor de viver sem ardor.

Tiramos pouco a pouco os móveis da casa. Parte vendemos, outro tanto guardamos. Aprendemos a olhar um para o outro percebendo a totalidade do nosso ser. Descobrimos nossas próprias fraquezas. Decidimos não mais brigar. Encontramos um no outro a amizade. confrontamos as nossas idades.

- Meu Love, antes de levar o fogão embora, vamos preparar um último café? - sugeri a ela.
- Claro, vou pegar o pó de café.

Dias e dias, noites inteiras. Um beijo estalado...

- É bom ainda estar ao seu lado, meu lindo.
- Vamos superar tudo isso, ainda estamos juntos.
- Está aqui o pote de café.
- Temos mais um problema. - disse a ela.

Silêncio na cozinha.

- Puxa! O que foi? - sorrindo ela me perguntou.
- O gás acabou.


LIZA DARK (Estrela Negra na fria noite)



Ali ninguém podia dormir,
Porque meu grito de agonia era intenso
Ao perceber que você queria ir
Aos lugares a que não pertenço.

Mas sei da minha graça
E do quanto tomo o seu tempo.
Se pra mim houvesse esperança,
Poderia me perder nos seus desejos
E provar que nessa noite de desgraças
Meus sentimentos seriam seus festejos.

Lá pelo alto,
A sua estrela tem o brilho do amanhã
Mas pela manhã a natureza já me mata.
E me maltrata sempre...
E me afogo sempre nessas águas de minha ternura vã.
Os anéis de metal adornam suas lindas mãos
Que eternamente seguram o meu coração.
Isso que sinto por você, por favor, não reparta
É só parte da minha ilusão.

Perca ao menos um segundo do seu tempo
Ouvindo minhas canções de amigo, minhas canções de amor.
Agora que a fria noite proclama o meu tormento
Voltarei a vê-la quando não mais sentir dor
Aquela dor de pedir as sombras
E as sobras do seu pisar merecedor
De trotar meus pensamentos verdes e louros de eterno sofredor!

VERDE-LOURO BRASILEIRO (vídeo)


AQUELA OUTRA PESSOA QUE...


Aquela outra pessoa que
está preparada pra aceitar o seu coração
pode vir a sentir alguma mágoa de você
e faz isso muito bem
quando você levianamente
fere seus sentimentos!

E você faz isso sem nenhuma pretensão você faz isso por que estava olhando pro lado
o seu erro é grande
mas o conjunto dos seus erros é enorme.

E agora você não sabe o que dizer não sabe o que correto dizer
pra aquela outra pessoa que faz você tão feliz
certamente, os dias vão seguindo
mas suas faltas vão ficando
e vão se tornando desapontamentos.

Talvez a falta dela esmague o seu coração talvez o último suspiro a noite
antes de dormir o faça lembrar do que importa
nessa vida tão cheia de confusões:
ela! Admirável ELA!

E foi mesmo uma confusão que a magoou foi mesmo uma história mal contada
uma vírgula fora do lugar
um ponto matemático a mais na sua solidão.

Aquela outra pessoa que faz o seu dia ter mais sentido
vai se magoar com você
vai achar que você está armado cada vez mais...
mas não foi nada disso!
você simplesmente errou mesmo
e agora seus erros ecoam no espaço -
espaço-tempo!

Você não vai conseguir dizer uma palavra sequer
pois sua razão virou poeira
a sua lógica trai seus sentimentos
o seu cálculo demonstra seus tormentos.

E enquanto a tortura de sentir falta dela,
a constante falta do sorriso dela,
a letal atitude de nervoso sorrir
me faz péssimo sentir!

No momento em que você tenta pedir perdão
pra aquela outra pessoa que faz tanto sentido na sua vida
o seu coração
se vê com medo de enfrentar, outra vez mais,
a torturante dor da solidão.

O seu pedido sincero de desculpas
ficou perdido no meio de tantas culpas! 

O CASAMENTO DAS ARTES


Arteiro disse que há alguém
Em seu coração,
E que seu sono vem
Carregado de emoção.

Segundo o casamento das artes,
O meu sentir virou o seu estandarte
Apontaram o nosso medo dúbio
Sem você, tudo é absurdo
Sortudo,
Faço parte do seu mundo.
Contudo...

Você é parte do meu coração
mas
Você parte o meu coração
quando
Você parte do meu coração!

E, quando Saturno casou nossas
[almas,
As noites se fizeram lindas e
[calmas.
As viagens cantantes
São fragantes caldas.

Eu sou a moldura do quadro belo,
que é você.
O meu próprio sentimento sincero
quer você!
Querer você é querer sempre viver!



GRITO EXILADO DE UM EDUCADOR

Sabemos que a luta define
Intencionalmente a formação de um povo.
Mediante todas as dificuldades enfrentadas
Somadas ao nosso trabalho diário
Educar para formar o cidadão
Desenvolver no ser consciente coração.

Estamos sempre carregando um espelho trincado,
Reflexo de um mundo bem mais organizado.
A nossa ideia de desenvolvimento humano
Faz de nós uma imagem côncava.
Então, é hora de um novo plano.

Sim, sede o professor parte do seu saber –
Promove ele a aprendizagem tão sinceramente perseguida,
Associa os saberes, cria direção para a vida.
Transforma um pensamento em ação!
Transforma a nação!

Equilibrar o mundo na ponta do giz
Não é só o que pode transformar o país.
Que não seja dito que é clichê –
Investir na educação é o melhor a se fazer!
Toda mente tem sede de aprender.

Povo heroico,
Brava gente brasileira,
Que é daquele brado retumbante?
Onde estão os raios fúlgidos do sol da liberdade?
Ainda podemos ter esperança no céu da pátria nesse instante?

Senhoras e Senhores da Casa,
Na colheita dos produtos do futuro,
Na dura lida, com calos nos dedos, com a voz cansada,
Em meio a uma esperança reprimida:
Um grito exilado de um educador.

Excelentíssimos,
Do início ao fim do mês,
Fazemos a nossa parte!
Façam a parte de vocês!

Sim, sede o aprender a conhecer,
A fazer, a viver com os outros
Ensinar não é só um fazer da profissão
Educar não é só um ato do coração.
Aprender a ser tem a ver comigo e com você.
A Educação é bem maior que a amplidão do ser.

Quantas vezes nos sentimos atados?
Quantos sonhos bons deixamos de lado?
A educação seria um pássaro em extinção?
Uma mácula cultivada no coração?
Seria um sonho a nos atar à ilusão?

Educação,
Mesmo que a sua bandeira não seja ostentada
Essa batalha ainda não foi terminada.
Canto a ti, minha terra meu país:
Trilhemos o melhor caminho,

Mesmo que ele seja feito de giz!



500 HOJES (fragmento)


Esse vídeo é uma pequena homenagem para minha amada, Adriane, o grande amor da minha vida. Temos, no início, uma introdução, na verdade, um fragmento do meu poema 500 HOJES. Escrevi esse poema para Adriane (te amo muito!!!).

A música é "Mariane", da Legião Urbana. Adoro essa música! Linda música!


A SÉTIMA DE BEETHOVEN



Acabei de imaginar o meu futuro perfeito 
Encontrei um sonho colorido no meu destino 
Estive imaginando que os dias ruins realmente ficaram pra trás
A sinfonia da minha vida foi uma estadia em Alcatraz
O bem me faz bem estar no meu estado atual 
E assim posso encontrar um motivo real 
Para me esconder de todo o mal. 

Amanhã vou começar a relatar minhas angústias 
Sem tentar interpretar Centúrias 
Sem tentar enganar os meus próprios sentimentos 
Sem tentar amordaçar os meus talentos. 

Um pensamento fixo tem me feito voar por ares mais plenos
No terreno das ideias tenho me sentido contemplado por novos planos
Um lapso de tempo na realidade eterna do meu pensamento breve
É uma certeza que a cada segundo me persegue. 

O protocolo dessas minhas decisões 
Foi deixado no bolso onde guardo minhas verdadeiras contradições.
Poesias, canções, causas e ilusões...


A ALEGRIA QUE ENCONTREI


Achei
Parte sua em mim,
Partituras do fim,
Cólera!
Flor de minh’alma.
Assim
Sua voz me acalma.

Alegria,
Parte sua vive em mim
Sentimento que acalma,
Alma que vive até o fim.

Alegria,
Sentimento puro
Alma pura
E o escuro são trevas
Mas eu a procuro.

Achei
Sentimento de cólera
Travas em minh’alma
Flor!
Eu a procuro.
No fim,
Parte sua vive em mim!

A TOMADA DA BASTILHA



S'il vous pláit!
Ouçam o que eu vou dizer!...

Os mares de antes navegados
Levaram seu sorriso pra bem longe
De sorte que ficaria eu sozinho
Sem nunca conhecer seu semblante
Sem lhe dar meu sentir pulsante.

Da prisão... quero dizer... sim!
São as palavras doces de meu favor
Ao tê-la,
Ao vê-la,
Ao ter lá, nas alegrias da vida,
Tímido pavor, ínfimo terror.

Tenho buscado alguém que me explique:
Esses novos tempos. - "Trés chic!..."
Libertè, Igualitè, Fraternitè!
Na penumbra é triste viver.

Voa! Voa, liberdade, com o condor
que passa
E se afasta
Da prisão dos filhos da ilusão.

Marcharam rumo à Bastilha!
O verde-louro brasileiro de meu olhar
Leva-me a sempre buscar
A real existência de nossas vidas,
A régia inteligência das plantas.
E cá estamos nós, liberdade franca.

 

ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA COMPLETIVA NOMINAL REDUZIDA DO INFINITIVO



Agente devemo sabê bem
Os trêm qui nóis estuda
Devemo assuntá.
Espía só!
As coisa tudo da vida.
Estudá é bão
Tê comunicação!

As porta já tão abrida
Prus trêm qui nóis estuda.
O paíz tem sinco canto
E eu caço o meu canto
Dibacho do sol qui mi alumía
Nóis é tudo uma familha.
Agente devemo sabê,
Sabê, sabê vivê, tê união!
Isso é o mais mió de bão:
Tê comunicação!

As palavra tem qui uní os pôvo
E eu sempre I love you o sabê
Como nunca I loveiei ninguém.
Estudá é bão
Tê comunicação!
Esse trêm num deve apartá ninguém.
No paíz qui nóis véve,
Devemo si uní mais.
Eu cocê!

Agente temo qui falá bem?
Eu têim necessidade de sabê os trêm tudo!!!